Alguns posts em que é obrigatório dar like:
- Foto de perfil com os cabelos ao vento estilo pocahontas.
- Mudança de emprego, mas tem de ser um emprego fixe. Não pode ser: Tânia começou a trabalhar na caixa do pingo doce. Isso as pessoas não valorizam. Quanto mais inveja criar, mais likes dá.
- Filho novo. Se ainda tiver o cordão umbilical as pessoas metem aquele like que é um coração.
- Cão novo
- Namorada/o nova
- Sushi novo
- Combo: namorada nova com cão novo ao colo a comerem sushi novo. Este é tipo a fatality dos likes.
- Bolo de aniversário. Tem mesmo de ser bolo de anos lá com as velas, se for bolo de arroz ou torta dan cake não dá.
- Avós, mas têm de ser muito velhos. As pessoas metem mais likes se sentirem que pode ser a última foto que tiraram com aqueles avós.
Hoje é o dia mundial das inaugurações.
Normalmente para se inaugurar um sítio corta-se uma fita vermelha com uma tesoura. É por isso que quando nasce um bebé também lhe cortam o cordão umbilical. Às vezes até guardam e oferecem à professora da primária numa ocasião especial, ou então, se não guardaram o cordão oferecem um dente de leite num fio de ouro. Em princípio é mais limpinho, se não tiver cárie.
Há ainda a inauguração dos navios em que lhes atiram uma garrafa de champanhe.
Normalmente esta garrafa de champanhe é de vidro, porque quando é de plástico ficam ali às meias horas a fazer pontaria ao barco e a garrafa não parte. É tipo uma pinhata infinita, mas que só solta desilusão.
O problema do champanhe em garrafa de plástico é que como tem tampa de rosca, não tem rolha para saltar e não dá para fazer aquela brincadeira de fingir que nos atingiram num olho.
Depois há aquela inauguração que é só puxar a bandeira de uma placa. Essas são uma tristeza porque parece que vai haver um truque de magia, que vão fazer desaparecer qualquer coisa por baixo do pano, e depois quando puxam, por baixo está só uma placa com umas letras ao calhas. Mas as pessoas são burras e pensam mesmo que foi um truque de magia porque no final batem palmas e tudo.
Normalmente para se inaugurar um sítio corta-se uma fita vermelha com uma tesoura. É por isso que quando nasce um bebé também lhe cortam o cordão umbilical. Às vezes até guardam e oferecem à professora da primária numa ocasião especial, ou então, se não guardaram o cordão oferecem um dente de leite num fio de ouro. Em princípio é mais limpinho, se não tiver cárie.
Há ainda a inauguração dos navios em que lhes atiram uma garrafa de champanhe.
Normalmente esta garrafa de champanhe é de vidro, porque quando é de plástico ficam ali às meias horas a fazer pontaria ao barco e a garrafa não parte. É tipo uma pinhata infinita, mas que só solta desilusão.
O problema do champanhe em garrafa de plástico é que como tem tampa de rosca, não tem rolha para saltar e não dá para fazer aquela brincadeira de fingir que nos atingiram num olho.
Depois há aquela inauguração que é só puxar a bandeira de uma placa. Essas são uma tristeza porque parece que vai haver um truque de magia, que vão fazer desaparecer qualquer coisa por baixo do pano, e depois quando puxam, por baixo está só uma placa com umas letras ao calhas. Mas as pessoas são burras e pensam mesmo que foi um truque de magia porque no final batem palmas e tudo.
Quando há um bebé na sala toda a gente o quer beijar. Ali anda de mão em mão a receber beijinhos. É um bocado o que acontece na visita pascal com o menino jesus. Só que ao menino jesus, depois de cada beijo eles passam um pano para limpar. E ao bebé ninguém passa um guardanapo depois do beijo, ou uma toalhita, nada.
É esquisito pensar num bebé como foco de gripe A, mas andam a meter-se a jeito com tanto beijo.
As pessoas deviam passar aquele gel de álcool na bochecha do bebé depois de cada beijinho. E se a pele do bebé começasse a ficar seca, passavam um creme depois. Isto ia sempre demorar algum tempo e formava-se uma fila para dar beijos ao bebé, mas assim também se seleccionavam as pessoas que realmente queriam dar um beijo à criança.
Há pessoas que já perceberam isto e em vez de beijar na bochecha beijam o bebé na cabeça. Passar o gel no cabelo era um bocado nojento e gosmento, por isso o bebé podia meter uma daquelas toucas plásticas da natação. É mais fácil de limpar com o gel.
Há pessoas que se vão queixar que beijar um bocado de plástico a boca nem agarra e anda ali a deslizar na touca. Mas também há muita gente que mete botox nos lábios, continuam a beijar e ninguém se queixa do plástico.
É esquisito pensar num bebé como foco de gripe A, mas andam a meter-se a jeito com tanto beijo.
As pessoas deviam passar aquele gel de álcool na bochecha do bebé depois de cada beijinho. E se a pele do bebé começasse a ficar seca, passavam um creme depois. Isto ia sempre demorar algum tempo e formava-se uma fila para dar beijos ao bebé, mas assim também se seleccionavam as pessoas que realmente queriam dar um beijo à criança.
Há pessoas que já perceberam isto e em vez de beijar na bochecha beijam o bebé na cabeça. Passar o gel no cabelo era um bocado nojento e gosmento, por isso o bebé podia meter uma daquelas toucas plásticas da natação. É mais fácil de limpar com o gel.
Há pessoas que se vão queixar que beijar um bocado de plástico a boca nem agarra e anda ali a deslizar na touca. Mas também há muita gente que mete botox nos lábios, continuam a beijar e ninguém se queixa do plástico.
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